Pós jogo
Com reservas, Grêmio é superado pelo Bahia
Jogando com uma formação recheada de reservas, o Grêmio perdeu para o Bahia por 2 a 0. Dos onze que iniciaram o jogo, apenas Rodrigo Ely era titular. Diego Costa, que iniciou a partida, está retornando ao time e tem a concorrência de Braithwaite no comando de ataque.
Bahia dominou o primeiro tempo
O Tricolor Gaúcho fez um primeiro tempo fraco, atuando com as linhas baixas, permitiu que os visitantes tivessem as principais ações. A ideia era clara, o Imortal queria o contragolpe, a rigor teve um nos 45′ iniciais, mas Nathan Fernandes perdeu boa oportunidade para marcar. No entanto, aos 44′, Thaciano, ex-Grêmio, abriu o placar.
Grêmio foi superior na etapa final
Insatisfeito com o que viu em campo, Renato Portaluppi mexeu na equipe durante o intervalo. Aravena e Nathan Fernandes deixaram a equipe, para as entradas de outro Nathan, o Pescador, e também de Gustavo Nunes. O treinador gremista adiantou a marcação e passou a dominar o duelo.
Dessa forma, o Grêmio teve mais volume de jogo, porém não foi tão incisivo no último terço de campo. Justamente quando o Imortal empurrava o Bahia para trás, aos 31′, em cobrança de escanteio, Thaciano voltou a marcar, outra vez de cabeça, ampliando para os comandados de Rogério Ceni.
Renato novamente mexeu no time, trocando Fabio, Monsalve e Diego Costa por Soteldo, Cristaldo e Arezo. Ainda que Soteldo tenha dado profundidade pelo flanco direito, a equipe perdeu a articulação. Logo, as trocas não deram o resultado esperado. Final de jogo Bahia 2 a 0, o revés interrompe uma sequência de oito jogos de invencibilidade gremista.
Foco na Libertadores
Na próxima terça-feira (20), o Grêmio encara o Fluminense pela volta das oitavas da Libertadores. A bola vai rolar no Maracanã a partir das 19h (horário de Brasília). O Tricolor Gaúcho joga por dois resultados: vitória e empate. Por outro lado, o Pó de Arroz precisa vencer por dois gols de diferença para avançar na competição. Todavia, triunfo carioca por um gol leva a decisão para a cobrança de pênaltis.
Pós jogo
Mano Menezes gostou da atuação contra o Ceará “Futebol bem jogado”
O Grêmio tropeçou diante do Ceará jogando em casa, na noite deste sábado (23). O Imortal ficou no 0 a 0 com o Vozão, em uma partida marcada pela falta de criatividade e pela dificuldade em se impor diante de um adversário, teoricamente, de menor qualidade técnica.
Apesar de somar apenas um ponto e perder a chance de subir na tabela, Mano Menezes aprovou a atuação da equipe.
“Depois do jogo que fizemos contra o Sport, quando saímos tristes, fizemos uma partida melhor como equipe. Esse é o ponto de partida que acredito que a análise vai caminhar. Essa é a que vamos levar. Falei aos jogadores isso. Quando saímos do jogo anterior, não saímos com nada. Hoje saímos com um jogo bem jogado, com limitações. E como vamos trabalhar para as resolver. Essa é a direção em que vamos caminhar”, disse o treinador.
Mano Menezes adota discurso protecionista
A fala do comandante gremista soa mais como uma tentativa de proteger o grupo do que como uma análise objetiva do que ocorreu em campo. A atuação da equipe foi insuficiente para vencer o Ceará. Embora algumas chances de gol tenham sido desperdiçadas, o desempenho da maioria dos jogadores ficou aquém do esperado. Além disso, a proposta tática foi comum e previsível.
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Não dá para dissociar o resultado deste sábado da derrota para o Sport, no domingo passado. Dos seis pontos disputados em casa, contra adversários considerados tecnicamente inferiores, o Grêmio somou apenas um. O próximo compromisso é contra o Flamengo, no Rio de Janeiro — e a possibilidade de complicações na tabela se tornou ainda mais evidente.
Foto: Lucas Uebel/Grêmio
Pós jogo
Atuação contra o Fluminense confirma fim de ciclos no Grêmio
O Grêmio vai concluir o primeiro turno do Brasileirão sem conquistar nenhuma vitória longe do Rio Grande do Sul. Esse dado diz muito sobre o atual elenco do Tricolor Gaúcho. O último compromisso será contra o Sport, em casa; o mesmo se aplica ao jogo atrasado contra o Botafogo, pela 16ª rodada, que também será disputado na Arena do Grêmio.
Ausência de vitórias fora de casa expõe limitações
A equipe comandada por Mano Menezes não consegue se impor como visitante. Embora não se apequene por completo, falta-lhe personalidade para ser protagonista nos jogos fora de casa. A culpa é do treinador? Do seu esquema tático? Nem sempre. Parte do problema reside também no perfil do grupo formado pela direção do clube.
Como resultado, esse conjunto de ações e desacertos tem tornado o Grêmio uma equipe que luta por um objetivo primordial: não ser rebaixada. O futebol apresentado, salvo alguns momentos de exceção, é sofrível. Isso não é uma tentativa de promover uma visão catastrófica infundada; ao contrário, os jogos mostram com clareza as dificuldades da equipe para realizar o mínimo exigido.
Críticas à comissão técnica ganham força
O jornalista Diori Vasconcellos, da Rádio Gaúcha, fez uma crítica severa ao trabalho realizado na Arena após a derrota para o Fluminense. O comunicador questionou se adianta a comissão técnica continuar treinando. No entanto, essa simplificação joga Mano Menezes e sua equipe técnica aos leões. Criticar por audiência é fácil. E quem questiona os comentários absurdos, muitas vezes feitos pela própria imprensa? Como ela reage quando recebe críticas?
Derrota para o Fluminense representa fim de ciclos
Voltando ao futebol, a verdade é que mesmo contratando Guardiola, o Grêmio não vai melhorar. Pelo menos não com as opções disponíveis no atual elenco. A atuação contra o time de Renato Portaluppi deixou evidente o fim dos ciclos de Cristaldo, Pavón, Aravena e João Lucas. Além disso, há outros jogadores que nem sequer participaram da partida e que também precisam sair.
Não dá mais para insistir nesses nomes. Retirar Riquelme para colocar Cristaldo, ou substituir Alysson por Aravena, beira a insanidade. É necessário afastar algumas peças dos treinos e buscar um novo destino para elas. Escalá-los apenas por conta do investimento feito ou do salário pago prejudica, tecnicamente, o desempenho coletivo da equipe.
Mudanças táticas exigem maior reflexão
Outro ponto que merece reavaliação é a mudança tática promovida por Mano Menezes. Contra o Fortaleza, o treinador colocou Alysson mais centralizado, próximo de Braithwaite. A estratégia funcionou por um tempo. Contudo, a repetição da fórmula no jogo do Maracanã escancarou que esse esquema está anulando o melhor do jogador. Alysson se destaca pelas jogadas pelo corredor, com velocidade, drible e profundidade, além de garantir amplitude ofensiva. É necessário recuar nessa proposta sob pena de perder um excelente atacante de flanco.
Imagem: Lucas Uebel/Grêmio
Pós jogo
Mano Menezes muda esquema e Grêmio reencontra a vitória
O Grêmio não fez um grande jogo — longe disso. Porém, voltou a vencer após um jejum de cinco partidas. Na noite desta terça-feira, o Tricolor Gaúcho bateu o Fortaleza por 2 a 1, conquistando o primeiro triunfo após a parada para o Mundial de Clubes. Braithwaite marcou os gols gremistas, enquanto Deyverson descontou.
O Tricolor não realizou uma grande partida — reiterando. No entanto, superou um adversário direto na luta para escapar do Z-4. Foi o famoso duelo de seis pontos: o Grêmio abriu cinco de vantagem para o grupo do descenso e impediu que o Laion deixasse a zona de rebaixamento.
Mano Menezes reinventa o Grêmio
Mano Menezes mudou o esquema tático para reforçar o setor de ataque pelo miolo do campo. O técnico gremista aproximou o meia Riquelme e o atacante Alysson do centroavante Braithwaite. Os dois faziam o movimento das pontas para o meio — a ideia era oferecer opções de jogadas de aproximação com o dinamarquês.
Dessa forma, a marcação adversária era atraída para o cone da área, abrindo espaços nos corredores laterais. Marlon e Cristian Olivera tinham a função de ocupar os lados do campo, dando amplitude e profundidade às jogadas no último terço.
Esquema precisa ser aprimorado
No entanto, a mecânica funcionou apenas por um tempo. Faltam ajustes que só o treino e a sequência de jogos poderão proporcionar. Como os volantes tendem a subir para se aproximar dos meias, é necessário que a defesa adiante a linha para não oferecer espaços ao adversário. Por vezes, o Fortaleza se valeu dessa brecha.
Em alguns momentos houve maior compactação da equipe. Contudo, faltou o jogo mais curto, a troca de passes. É essencial manter a posse de bola para deslocar o adversário e dar tempo aos atacantes para se posicionarem corretamente e executarem os movimentos ofensivos.
Disputando apenas uma competição, Mano terá tempo para treinar sua nova proposta de jogo. Em um campeonato difícil como o Brasileirão, é imprescindível ter um repertório tático com alternativas diversificadas — sob pena de os adversários decorarem seu estilo de atuação.
Foto: Lucas Uebel/Grêmio
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