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Técnico português faz exigência milionária para treinar o Grêmio
O técnico português Luís Castro, ex-Botafogo, faz parte da pauta envolvendo o novo treinador do Grêmio. Valorizado no mercado, o europeu exige um salário milionário, além de um grande aporte para a contratação de reforços.
Técnico quer milhões e carta branca
Livre no mercado desde a saída do Al-Nassr, clube de Cristiano Ronaldo. O profissional está na lista do Grêmio para substituir Renato Portaluppi na próxima temporada. Segundo o site Globo Esporte, o custo total do técnico português, mais a sua comissão técnica, bate na casa dos R$2 milhões mensais.
A pedida salarial do Português se encaixa na realidade do Tricolor Gaúcho, que paga algo em torno de R$1,5 milhões ao atual treinador. O entrave está no aporte de R$50 milhões, exigidos por Luís Castro para a montagem do elenco.
Ele ainda quer “carta branca” para fazer as mudanças que julgar necessárias na rotina de trabalho no CT Luiz Carvalho. Luís Castro se cercaria de homens de sua confiança para ajudar na administração do ambiente. O estafe do treinador disse ao site GE que é preciso um projeto consistente para que haja um acerto entre as partes.
Crespo segue como preferido
Por outro lado, segundo veículos que cobrem o Grêmio, Hernán Crespo segue como nome preferido pelo presidente do clube. No entanto, nada está definido, nem mesmo a situação de Renato Portaluppi. Recentemente, o comandante disse que decidirá com a direção em 3 minutos. Porém, não descartou a possibilidade de seguir na Arena.
Últimas notícias do Grêmio
Luís Castro é absolvido em julgamento no STJD
O departamento jurídico do Grêmio conseguiu a absolvição de Luís Castro na 1ª Comissão Disciplinar do STJD. O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (30). O treinador havia recebido cartão vermelho na partida contra o Coritiba, quando a arbitragem entendeu que ele foi desrespeitoso ao manifestar inconformidade.
Luís Castro está fora do jogo contra o Athletico-PR
Apesar da absolvição, Castro terá de cumprir suspensão automática no jogo diante do Athletico-PR. Portanto, não estará à beira do gramado comandando o Imortal no próximo sábado (2), na Arena da Baixada, em Curitiba.
O árbitro denunciou o técnico com base no artigo 258 do CBJD, que trata de desrespeito à arbitragem com palavras ou gestos. A penalidade prevista varia entre um e seis jogos de afastamento. Do Chile, Luís Castro participou do julgamento de forma virtual. Ele reconheceu que reclamou da arbitragem, mas afirmou não ter sido ofensivo em sua manifestação.
“Vou contextualizar. O jogo foi muito pegado, intenso. Com três gols anulados por centímetros. Tinha uma grande tensão no estádio. Um lance perto do jogo, com um jogador meu disputando a bola, que tive a clara sensação de que o jogo foi legal. Sem perceber, saí da área técnica e reclamei do lance. Recebi o cartão amarelo. No momento, queria ter dialogado com o árbitro. O cartão foi mostrado à distância e continue a reclamar e falei que não foi falta. Reconheço que a reclamação foi fruto da tensão do jogo. A tensão intensa me levou a não ter o comportamento correto dentro da área técnica”, disse o mister.
Treinador volta contra o Flamengo
Sendo assim, o comandante poderá dirigir normalmente o Grêmio contra o Flamengo, no domingo (10), na Arena, pela 15ª rodada do Brasileirão. Antes disso, Luís Castro estará na casamata contra o Deportivo Riestra, na próxima terça-feira (5), pela Copa Sul-Americana.
Foto: Lucas Uebel / Grêmio
Jogadores
Carlos Vinícius assume ter desobedecido decisão de Luís Castro
Artilheiro e titular indiscutível, Carlos Vinícius viveu uma noite de vilão com a camisa do Grêmio. O centroavante desperdiçou três cobranças de pênalti no empate contra o Palestino, do Chile, pela Copa Sul-Americana.
Em função de irregularidades cometidas pelo goleiro, a arbitragem determinou a repetição da cobrança por duas vezes. Após Vinícius perder as duas primeiras oportunidades, Luís Castro escolheu Willian para realizar a terceira. Entretanto, o centroavante pediu ao colega que o deixasse tentar novamente.
Carlos Vinícius assume responsabilidade
Os envolvidos desrespeitaram a decisão do treinador e, adivinhe: o camisa 95 errou mais uma vez. Além disso, o Tricolor Gaúcho não fez um bom jogo e ficou no 0 a 0 com o modesto Palestino.
O resultado deixou a equipe gaúcha na segunda posição do Grupo F, com quatro pontos. O Montevideo City Torque lidera com seis. Vale lembrar que apenas o primeiro colocado garante vaga nas oitavas de final.
- Você precisa ver também: Sinal de alerta reforçado para o Grêmio no Chile
Após o jogo, Carlos Vinícius assumiu toda a responsabilidade pelo ocorrido. Porém, é preciso destacar que Willian também concordou com a solicitação.
“O mister disse ao Willian que era para ele bater, o Willian veio e eu perguntei se eu poderia repetir, bater o terceiro, e ele disse que sim”, disse Vinícius.
O atacante fez questão de destacar sua total responsabilidade pela tomada de decisão.
“Obviamente que é uma grande responsabilidade, e a verdade é que aquele pênalti causou um empate hoje. Era para termos saído daqui com três pontos. Quando eu digo que eu assumo tudo isso, eu assumo e não tenho dificuldade nenhuma pra assumir. Não estamos saindo com os três pontos hoje por infelicidade minha, da minha decisão e da minha finalização”, falou.
Tranquilo para seguir cobrando
O jogador completou afirmando que respeita as decisões das lideranças e que o episódio foi apenas um detalhe. Além disso, declarou estar tranquilo para seguir cobrando as penalidades que surgirem.
“Repeti e falhei. E uma coisa eu posso dizer: estou lá para bater de novo no próximo. Por que a gente vive num futebol de alto nível e não vai ser uma noite dessa que vai meter tudo por água abaixo”, declarou o artilheiro.
Foto: Lucas Uebel / Grêmio
Pós jogo
Sinal de alerta reforçado para o Grêmio no Chile
Nesta quarta-feira (29), o Grêmio empatou em 0 a 0 com o Palestino, em Santiago, pela Copa Sul-Americana. O adversário ocupa apenas a 11ª colocação no campeonato nacional do Chile, que conta com 16 participantes. Com desempenho coletivo e individual fraco, o Imortal voltou a apresentar uma atuação insatisfatória.
No entanto, não foi apenas esse o problema da equipe: houve um episódio de desobediência ao técnico, o que pode criar problemas para o ambiente no vestiário. Carlos Vinícius errou três cobranças de pênalti, repetidas devido a infrações cometidas pelo goleiro.
Quebra de hierarquia
Após o artilheiro desperdiçar duas vezes, Luís Castro pediu que Willian fosse o cobrador na terceira oportunidade. Entretanto, Vinícius pediu ao colega que deixasse a cobrança para ele. Assim foi feito, e o camisa 95 voltou a perder. Além de não marcar o gol, o jogador certamente criou um clima de desconforto no grupo.
Todavia, após a partida, o centroavante Tricolor pediu desculpas pela teimosia e assumiu inteira responsabilidade pelo prejuízo causado à equipe na competição. Por sua vez, o treinador disse compreender a postura do atacante, enaltecendo sua personalidade e destacando que não é um atleta que se deixa abater facilmente.
Contudo, o clube precisará administrar bem o episódio, sob pena de Castro sair desgastado junto ao elenco. A questão é que houve quebra de hierarquia. Sendo assim, não importa o tamanho do jogador no grupo: é fundamental que os gestores apliquem alguma medida disciplinar. Talvez uma conversa com o grupo possa colocar as coisas no devido lugar.
Voltando ao jogo, a atuação da equipe deixou a desejar, o que já não é novidade. A impressão é de que o comandante perdeu a mão. O time vem involuindo, e o trabalho da comissão técnica não aparece. É notório que o técnico entende muito de futebol, mas na prática suas ideias não estão se concretizando.
Outro ponto preocupante é o número excessivo de vezes em que o Grêmio utiliza a ligação direta para chegar ao ataque, inclusive com Weverton participando dessa estratégia. Falta trabalho de meio-campo; por vezes, lembra a estratégia de Gustavo Quinteros, que, aliás, não funcionou.
Grêmio corre risco de rebaixamento
Estamos nos encaminhando para o meio da temporada, e os resultados não atendem a expectativa. A mecânica de jogo é totalmente previsível, não há jogadas ensaiadas e a marcação é frágil. O modelo de futebol posicional, com jogadores distantes, não está dando certo.
Portanto, não basta mudar o esquema tático: é preciso mexer no conceito. O ideal seria tentar o estilo apoiado, com linhas e jogadores atuando mais próximos, ampliando as opções de passe, oferecendo cobertura, dobrando a marcação, exercendo pressão no homem da bola, aplicando o “perde-pressiona” etc.
Sem defender a troca no comando técnico, é preciso reconhecer que, como equipe, o Grêmio não apresenta nada. Falta intensidade, trocas de passes curtos e longos, triangulações, infiltrações pelo corredor central, jogadas de combinação entre meias, volantes e centroavante. Enfim, o time é um grande conjunto vazio. Em um coletivo improdutivo, as individualidades fracassam.
Embora defenda a continuidade do trabalho, acreditando na repetição para colher frutos, tudo tem limites. A direção terá que estipular um prazo para Luís Castro, caso contrário o Imortal brigará até o fim da temporada para se manter na elite do futebol brasileiro, correndo sérios riscos. Analisando a tabela do Brasileirão, é fácil chegar a essa conclusão.
Foto: Lucas Uebel / Grêmio
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