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Pós jogo

Grêmio joga mal novamente e perde para o Ceará

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Grêmio

Já virou rotina o Grêmio jogar mal. A exceção foi contra o Atlético-MG, quando o Imortal teve alguns minutos de lucidez. Mas, em geral, o futebol apresentado é muito fraco, para dizer o mínimo. Algumas peças têm fracassado individualmente, porém o maior problema está longe de ser apenas esse.

Grêmio não mostrou evolução

Sem fazer terra arrasada, é preciso reconhecer que o trabalho de Quinteros, até aqui, é ruim. O Grêmio tem dificuldades contra todo tipo de adversário, do mais fraco ao mais forte. Todos os oponentes impõem dificuldades defensivas e ofensivas ao Tricolor Gaúcho.

Na noite deste sábado, contra o Ceará, mais uma vez faltaram intensidade, jogadas de associação, criação pelo meio etc. Além disso, a equipe esteve lenta na transição ofensiva, tornando suas ações previsíveis. Quinteros segue insistindo com Pavón e Serrote. Nenhum dos dois pode jogar no Grêmio, isso está claro.

Convenhamos que jogar contra o Ceará, uma equipe que veio da segunda divisão, com três volantes, é inadmissível. Parece que o treinador não conhece o tamanho do clube em que trabalha. Novamente, os meias ficaram no banco, e o time, sem criatividade, jogou na ligação direta.

Faltou ambição à comissão técnica

Contudo, talvez o empate fosse o resultado mais justo para o jogo na Arena Castelão. Mas a comissão técnica gremista foi castigada pela falta de ambição. Com todo o respeito, o Vozão vai lutar para não cair, e o Tricolor conseguiu perder por 2 a 0. Para registrar, Pedro Raul e Matheus Araújo marcaram para os donos da casa.

O Grêmio volta a campo na próxima terça-feira (8), contra o Atlético Grau, pela Copa Sul-Americana, na Arena. A bola vai rolar a partir das 19h (horário de Brasília).

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

Pós jogo

Mano Menezes gostou da atuação contra o Ceará “Futebol bem jogado”

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Mano Menezes

O Grêmio tropeçou diante do Ceará jogando em casa, na noite deste sábado (23). O Imortal ficou no 0 a 0 com o Vozão, em uma partida marcada pela falta de criatividade e pela dificuldade em se impor diante de um adversário, teoricamente, de menor qualidade técnica.

Apesar de somar apenas um ponto e perder a chance de subir na tabela, Mano Menezes aprovou a atuação da equipe.

“Depois do jogo que fizemos contra o Sport, quando saímos tristes, fizemos uma partida melhor como equipe. Esse é o ponto de partida que acredito que a análise vai caminhar. Essa é a que vamos levar. Falei aos jogadores isso. Quando saímos do jogo anterior, não saímos com nada. Hoje saímos com um jogo bem jogado, com limitações. E como vamos trabalhar para as resolver. Essa é a direção em que vamos caminhar”, disse o treinador.

Mano Menezes adota discurso protecionista

A fala do comandante gremista soa mais como uma tentativa de proteger o grupo do que como uma análise objetiva do que ocorreu em campo. A atuação da equipe foi insuficiente para vencer o Ceará. Embora algumas chances de gol tenham sido desperdiçadas, o desempenho da maioria dos jogadores ficou aquém do esperado. Além disso, a proposta tática foi comum e previsível.

Não dá para dissociar o resultado deste sábado da derrota para o Sport, no domingo passado. Dos seis pontos disputados em casa, contra adversários considerados tecnicamente inferiores, o Grêmio somou apenas um. O próximo compromisso é contra o Flamengo, no Rio de Janeiro — e a possibilidade de complicações na tabela se tornou ainda mais evidente.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

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Pós jogo

Atuação contra o Fluminense confirma fim de ciclos no Grêmio

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Grêmio

O Grêmio vai concluir o primeiro turno do Brasileirão sem conquistar nenhuma vitória longe do Rio Grande do Sul. Esse dado diz muito sobre o atual elenco do Tricolor Gaúcho. O último compromisso será contra o Sport, em casa; o mesmo se aplica ao jogo atrasado contra o Botafogo, pela 16ª rodada, que também será disputado na Arena do Grêmio.

Ausência de vitórias fora de casa expõe limitações

A equipe comandada por Mano Menezes não consegue se impor como visitante. Embora não se apequene por completo, falta-lhe personalidade para ser protagonista nos jogos fora de casa. A culpa é do treinador? Do seu esquema tático? Nem sempre. Parte do problema reside também no perfil do grupo formado pela direção do clube.

Como resultado, esse conjunto de ações e desacertos tem tornado o Grêmio uma equipe que luta por um objetivo primordial: não ser rebaixada. O futebol apresentado, salvo alguns momentos de exceção, é sofrível. Isso não é uma tentativa de promover uma visão catastrófica infundada; ao contrário, os jogos mostram com clareza as dificuldades da equipe para realizar o mínimo exigido.

Críticas à comissão técnica ganham força

O jornalista Diori Vasconcellos, da Rádio Gaúcha, fez uma crítica severa ao trabalho realizado na Arena após a derrota para o Fluminense. O comunicador questionou se adianta a comissão técnica continuar treinando. No entanto, essa simplificação joga Mano Menezes e sua equipe técnica aos leões. Criticar por audiência é fácil. E quem questiona os comentários absurdos, muitas vezes feitos pela própria imprensa? Como ela reage quando recebe críticas?

Derrota para o Fluminense representa fim de ciclos

Voltando ao futebol, a verdade é que mesmo contratando Guardiola, o Grêmio não vai melhorar. Pelo menos não com as opções disponíveis no atual elenco. A atuação contra o time de Renato Portaluppi deixou evidente o fim dos ciclos de Cristaldo, Pavón, Aravena e João Lucas. Além disso, há outros jogadores que nem sequer participaram da partida e que também precisam sair.

Não dá mais para insistir nesses nomes. Retirar Riquelme para colocar Cristaldo, ou substituir Alysson por Aravena, beira a insanidade. É necessário afastar algumas peças dos treinos e buscar um novo destino para elas. Escalá-los apenas por conta do investimento feito ou do salário pago prejudica, tecnicamente, o desempenho coletivo da equipe.

Mudanças táticas exigem maior reflexão

Outro ponto que merece reavaliação é a mudança tática promovida por Mano Menezes. Contra o Fortaleza, o treinador colocou Alysson mais centralizado, próximo de Braithwaite. A estratégia funcionou por um tempo. Contudo, a repetição da fórmula no jogo do Maracanã escancarou que esse esquema está anulando o melhor do jogador. Alysson se destaca pelas jogadas pelo corredor, com velocidade, drible e profundidade, além de garantir amplitude ofensiva. É necessário recuar nessa proposta sob pena de perder um excelente atacante de flanco.

Imagem: Lucas Uebel/Grêmio

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Pós jogo

Mano Menezes muda esquema e Grêmio reencontra a vitória

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Mano Menezes - Grêmio

O Grêmio não fez um grande jogo — longe disso. Porém, voltou a vencer após um jejum de cinco partidas. Na noite desta terça-feira, o Tricolor Gaúcho bateu o Fortaleza por 2 a 1, conquistando o primeiro triunfo após a parada para o Mundial de Clubes. Braithwaite marcou os gols gremistas, enquanto Deyverson descontou.

O Tricolor não realizou uma grande partida — reiterando. No entanto, superou um adversário direto na luta para escapar do Z-4. Foi o famoso duelo de seis pontos: o Grêmio abriu cinco de vantagem para o grupo do descenso e impediu que o Laion deixasse a zona de rebaixamento.

Mano Menezes reinventa o Grêmio

Mano Menezes mudou o esquema tático para reforçar o setor de ataque pelo miolo do campo. O técnico gremista aproximou o meia Riquelme e o atacante Alysson do centroavante Braithwaite. Os dois faziam o movimento das pontas para o meio — a ideia era oferecer opções de jogadas de aproximação com o dinamarquês.

Dessa forma, a marcação adversária era atraída para o cone da área, abrindo espaços nos corredores laterais. Marlon e Cristian Olivera tinham a função de ocupar os lados do campo, dando amplitude e profundidade às jogadas no último terço.

Esquema precisa ser aprimorado

No entanto, a mecânica funcionou apenas por um tempo. Faltam ajustes que só o treino e a sequência de jogos poderão proporcionar. Como os volantes tendem a subir para se aproximar dos meias, é necessário que a defesa adiante a linha para não oferecer espaços ao adversário. Por vezes, o Fortaleza se valeu dessa brecha.

Em alguns momentos houve maior compactação da equipe. Contudo, faltou o jogo mais curto, a troca de passes. É essencial manter a posse de bola para deslocar o adversário e dar tempo aos atacantes para se posicionarem corretamente e executarem os movimentos ofensivos.

Disputando apenas uma competição, Mano terá tempo para treinar sua nova proposta de jogo. Em um campeonato difícil como o Brasileirão, é imprescindível ter um repertório tático com alternativas diversificadas — sob pena de os adversários decorarem seu estilo de atuação.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

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