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Pós jogo

Derrota para o Mirassol prova que o Grêmio não sabe atacar

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Mano Menezes/Grêmio

O Grêmio sofreu o terceiro revés consecutivo contra times de menor expressão na Arena, pelo Brasileirão: derrota para o Sport, empate com o Ceará e derrota para o Mirassol. Apenas um ponto somado em nove disputados — um recorte preocupante.

Grêmio não tem repertório tático

O que amenizou a situação foram a vitória contra o Galo, em Minas, e o empate com o Flamengo, no Rio. Caso contrário, o Tricolor Gaúcho estaria dentro do Z-4, com 21 pontos. No entanto, o fato de não conseguir vencer, jogando em casa, equipes do segundo escalão do futebol brasileiro prova que o Imortal não sabe propor o jogo.

Está evidente que o esquema de Mano Menezes é reativo. Quando o adversário se impõe, o Grêmio vive de transições rápidas. Contudo, quando precisa tomar a iniciativa e manter a posse de bola, escancara a falta de repertório para criar situações de gol.

Reforços exigem melhor desempenho

Dessa forma, a equipe se torna previsível e acaba perdendo pontos preciosos na competição. O elenco, agora reforçado — antes considerado fraco — ainda não mostra evolução, e o trabalho do treinador também deixa a desejar. As novas contratações colocam o técnico em xeque: é preciso mudar a postura, criar alternativas táticas e encontrar soluções para que o rendimento melhore.

Contra a equipe do interior paulista, o Grêmio chegou a ter 60% de posse de bola no campo de ataque. No entanto, faltava inspiração no último terço do campo. Não há jogadas de aproximação, ultrapassagens dos laterais, jogadas de linha de fundo, entradas em diagonais, triangulações, infiltrações. Isso passa diretamente pela comissão técnica.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

Pós jogo

Grêmio repete atuação do Grenal e perde para o Fluminense

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Grêmio

Nesta quarta-feira (28), o Grêmio perdeu por 2 a 1 para o Fluminense, na estreia das equipes no Brasileirão. Jogando fora de casa, o Imortal repetiu a atuação que teve no clássico contra o maior rival. Marcando em bloco médio e baixo, o time do técnico Luís Castro permitiu que os donos da casa pressionassem quase o tempo todo.

Grêmio repete atuação do Grenal 449

Com uma postura submissa, o Tricolor Gaúcho viu os cariocas chegarem a ter 70% de posse de bola em determinados períodos da partida. A impressão era de que o Fluminense enfrentava um adversário de uma divisão inferior.

Mais uma vez faltaram intensidade, aproximação entre os jogadores e pressão sobre o homem da bola. Portanto, não apareceu o futebol apoiado. Além disso, individualidades importantes estiveram abaixo do esperado, como Arthur, Amuzu e Marlon.

Luís Castro insiste em erro de seus antecessores

O treinador gremista errou novamente ao escalar Edenílson como o mais avançado do meio-campo, na linha de três atrás do centroavante. Ele nunca foi, não é e nunca será um jogador de ligação ou criatividade. A insistência irrita a torcida, desgasta o atleta e prejudica a equipe.

Ainda é cedo para conclusões definitivas, mas a contratação de Enamorado dá sinais de ter sido fruto de má avaliação. O colombiano não demonstra força física para vencer duelos no um contra um e tampouco oferece profundidade pela extrema. Entretanto, a prudência recomenda mais tempo para uma avaliação justa.

O sistema defensivo, como um todo, é frágil. Os adversários chegam com facilidade à área gremista. Weverton fez boa partida e evitou que o time sofresse pelo menos mais dois gols. Por outro lado, já está mais do que na hora de negociar Gustavo Martins: ele é inconsistente na defesa e, quando apoia o ataque, se mostra atabalhoado — como no gol perdido no fim do jogo.

No Gauchão, contra adversários menores, o Grêmio adianta as linhas, troca passes e apresenta um futebol de imposição. Porém, diante de oponentes do mesmo nível, adota postura excessivamente defensiva. Em sua apresentação, Luís Castro prometeu que sua equipe jogaria de igual para igual contra qualquer adversário. Na prática, há contradição.

O resultado foi justo. Os gols do Fluminense foram marcados por Nonato e Lucho Acosta, enquanto Marcos Vinícius descontou para o Grêmio. O Imortal volta a campo no próximo sábado (31), quando recebe o Juventude pelo Campeonato Estadual. A bola rolar às 16h30 (horário de Brasília).

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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O Grêmio não entrou em campo no Grenal 449

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Grenal

A palavra certa para definir o sentimento da torcida gremista em relação ao Grenal 449 é decepção. Apontado como favorito para vencer o clássico, o Grêmio simplesmente não entrou em campo no Beira-Rio. Por outro lado, o Inter se entregou ao máximo, correu além do esperado para um início de temporada e cada atleta jogou pelo companheiro. Assim, dominou a partida na maior parte do tempo e mereceu a vitória.

Faltou intensidade ao Grêmio

O time de Luís Castro marcou com linhas baixas, atraindo o adversário. Se a ideia era contra-atacar em velocidade, não funcionou. A rápida recuperação da bola pelo Inter, graças à pressão exercida, anulou essa concepção de jogo. Na prática, os donos da casa jogaram como se fosse por sobrevivência, enquanto o Imortal se mostrou sem criatividade e lento na transição.

A exceção pelo lado azul foi Tetê: venceu duelos individuais, mostrou velocidade, drible e ainda iniciou a jogada do gol de Amuzu. No entanto, como conjunto, o time do Mister Luís Castro não funcionou. O futebol apoiado não apareceu, a marcação foi distante e as principais peças renderam abaixo do esperado. Além disso, houve falhas decisivas, principalmente do goleiro Weverton.

Sistema defensivo do Tricolor é frágil

É cedo para decretar terra arrasada, mas é preciso reconhecer que o sistema defensivo do Grêmio é muito frágil. O Inter criou inúmeras oportunidades e o placar poderia ter sido ainda mais elástico. O meio-campo com Arthur, Tiaguinho e Cristaldo não consegue marcar; Marcos Rocha já não tem força para disputar corridas com atacantes; e a dupla de zaga perdeu diversos duelos no mano a mano.

Ainda é apenas o começo da temporada, e o trabalho precisa de tempo para maturar, permitindo que os jogadores assimilem as ideias do técnico. Porém, na quarta-feira (28), começa o Brasileirão, e o adversário será o Fluminense, no Maracanã. A corrida é contra o tempo: será necessário encontrar soluções rapidamente. Uma dose maior de intensidade, sem dúvida, ajudará a equipe a colher melhores resultados.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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Pós jogo

Grêmio perde para o Cruzeiro e dá adeus à Copinha

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Copinha

Jogando no Estádio Joaquim de Moraes Filho, em Taubaté, na noite desta quarta-feira (21), o Grêmio perdeu por 3 a 2 para o Cruzeiro. Dessa forma, a equipe gaúcha deu adeus à Copinha. A Raposa saiu atrás no marcador, mas conseguiu a virada na reta final do duelo.

Grêmio tem conquista da Copinha adiada

O clube de Minas Gerais segue em busca do bicampeonato — os mineiros já conquistaram a competição em 2007. Por outro lado, o Imortal viu adiado mais uma vez o sonho de levantar a taça da Copa São Paulo de Futebol Júnior pela primeira vez.

O Grêmio abriu o placar aos 5 minutos do primeiro tempo com Harlley. No entanto, o adversário reagiu rápido e empatou aos 9 minutos com Baptistella. O jogo seguiu empolgante e, aos 27 minutos, novamente Harlley balançou as redes, colocando o Tricolor Gaúcho outra vez na frente: 2 a 1.

Tricolor Gaúcho sofre virada no final

O primeiro tempo terminou com placar favorável à gurizada gremista. Entretanto, o Cabuloso voltou para a etapa final em busca do empate, mas esbarrava no bom sistema defensivo do Imortal.

Aos 29 minutos, Eduardo Pape finalizou de fora da área para estabelecer a igualdade. A Raposa seguiu pressionando e, aos 36, Murilo garantiu a vitória ao time de Belo Horizonte: ele cruzou para a área e a bola acabou entrando direto.

Foto: Angelo Pierestti / Grêmio

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