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Pós jogo

Grêmio mostra poder de reação e está na final do Gauchão

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Gabriel Mec

Após um primeiro tempo pouco inspirado e em desvantagem no placar, o Grêmio reagiu na etapa final e garantiu vaga na decisão do Gauchão. Sem opções, Luís Castro precisou escalar um meio-campo sem articulador, o que resultou em um time sem criatividade ofensiva.

Primeiro tempo desanimador

O Juventude também não conseguia se impor, mas abriu o placar com Gabriel Taliari, cobrando pênalti, após a bola tocar na mão de Viery. Assim, o Alviverde foi para o intervalo em vantagem: 1 a 0.

Segunda etapa de força e criação

Na volta, o técnico gremista promoveu mudanças: João Pedro e Dodi deram lugar a Gabriel Mec e Enamorado. O Tricolor ganhou ousadia — Mec assumiu a armação e controlou o jogo, enquanto Enamorado, pelo lado direito, incomodou a defesa adversária.

Ambos tiveram sua melhor atuação com a camisa gremista. O Imortal pressionou, empatou com um golaço de Viery e poderia ter vencido no tempo normal. A igualdade em 1 a 1 levou a decisão para os pênaltis. Assim como em 2025, o Grêmio foi superior e venceu por 4 a 1, assegurando presença na final do Campeonato Gaúcho.

Surge um novo meia

Para os clássicos decisivos contra o maior rival, há expectativa de retorno de Willian, Tetê e Monsalve, que se recuperam de problemas musculares. Além disso, o Mister Luís Castro ganhou uma nova opção: Gabriel Mec mostrou qualidade e força física para atuar como meia, tornando-se uma alternativa importante para o time.

Foto: Renan Jardim/ Grêmio

Pós jogo

Semifinal: Grêmio frusta a torcida e empata com Juventude

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Grêmio

Com uma atuação longe de ser convincente, o Grêmio empatou com o Juventude na partida de ida das semifinais. Jogando em casa, o Tricolor Gaúcho saiu na frente, mas acabou cedendo o empate ao time da Serra.

Primeiro tempo de domínio do Grêmio

No primeiro tempo, a equipe de Luís Castro controlou as ações, mas não conseguiu criar chances claras de gol. As finalizações foram, em sua maioria, de fora da área. Aos 38 minutos, Tetê — aniversariante do dia — aproveitou cruzamento de Willian e, de cabeça, abriu o placar.

No intervalo, Willian sentiu um desconforto muscular e deu lugar a Jefinho. Coincidentemente, o rendimento da equipe caiu. O Juventude passou a atacar mais e, aos 11 minutos, Gabriel Pires lançou Patryck, que finalizou cruzado para vencer Weverton e empatar a partida.

Faltou intensidade e criatividade no etapa final

Mais uma vez, o Grêmio mostrou pouca criatividade e dificuldade para romper a marcação adversária. Os mesmos problemas reapareceram: falta de intensidade e ausência de jogadas combinadas pelo corredor central.

A explicação para a falta de evolução do time é que o trabalho ainda é recente, o que de fato precisa ser considerado. Entretanto, há clubes que, com o mesmo tempo de treinamento e até com elencos inferiores, já apresentam respostas mais consistentes.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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Grêmio é dominado pelo São Paulo e leva 2 a 0

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Grêmio

Após uma boa atuação diante do Botafogo, o Grêmio voltou a decepcionar. Na noite desta quarta-feira (11), contra o São Paulo, a equipe de Luís Castro foi facilmente dominada pelo adversário que controlou o jogo e venceu por 2 a 0, sem dar chances de reação ao Tricolor Gaúcho.

Grêmio não jogou contra o São Paulo

No duelo contra o Fogão, apareceram sinais positivos do trabalho do treinador. Porém, diante do Tricolor Paulista, os processos não funcionaram, levantando dúvidas entre torcida e imprensa: teria sido a vitória sobre os cariocas apenas uma exceção?

A defesa segue vulnerável, o meio-campo não marca, e a insistência em Edenílson como armador é incompreensível. Melhor seria atuar com dois volantes de contenção e adiantar Arthur. Noriega, por sua vez, rende mais como zagueiro do que como volante.

Onde está a intensidade prometida

A intensidade prometida por Luís Castro também não apareceu. Sem posse, o Grêmio perdeu quase todas as segundas bolas e duelos individuais. Tetê mostra qualidade, mas demora na recomposição, fragilizando o lado direito. Além disso, o time limitou-se a atacar pelas pontas, sem explorar o corredor central, o que facilitou o bloqueio do adversário.

O início de trabalho ainda dá margem para ajustes, mas os próximos compromissos — semifinais contra o Juventude e o confronto com o Atlético-MG — podem definir precocemente o futuro do treinador. Uma eliminação no Estadual somada a derrota para o Galo pode gerar um cenário insustentável para a comissão técnica.

Foto: Paulo Pinto / São Paulo.

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Com Show de Carlos Vinícius, Grêmio mostra evolução e goleia o Botafogo

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Carlos Vinícius/Grêmio

Com Show de Carlos Vinícius, o Grêmio mostrou evolução e goleou o Botafogo por 5 a 3. O time dirigido pelo Mister Luís Castro construiu a vitória no segundo tempo. Carlos Vinícius marcou seu terceiro hat-trick pelo Imortal, enquanto Tetê e Edenílson completaram o placar. Em contrapartida, Arthur Cabral e Danilo, duas vezes, descontaram para os cariocas.

Primeiro tempo de equilíbrio

O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio entre as equipes, que disputaram cada palmo do gramado. As oportunidades de gol foram poucas, mas o aproveitamento foi bom: o Fogão foi para o intervalo em vantagem, 2 a 1.

Luís Castro entendeu melhor o que estava acontecendo e promoveu modificações táticas em sua equipe. Além disso, colocou Amuzu no lugar de Pavón, dando mais velocidade e profundidade ao ataque pelo lado esquerdo. O treinador também reforçou a proteção para Balbuena, que vinha encontrando dificuldades na recomposição defensiva.

Grêmio não tomou conhecimento do Botafogo

Na volta para o segundo tempo, o Grêmio foi avassalador e virou para 5 a 2. Já na reta final do duelo, o Botafogo marcou seu terceiro gol, fechando o placar. Além da vitória e dos três pontos, o crescimento tático ficou evidente, trazendo tranquilidade para a sequência do trabalho.

Pela primeira vez na temporada, a intensidade pregada pelo técnico gremista apareceu. O time se movimentou o tempo todo, mostrou velocidade na transição ofensiva e pressionou o homem da bola. Os jogadores estiveram mais próximos, gerando opções de passe, com as linhas atuando de forma compacta.

Chamou a atenção a maior participação dos extremos na recomposição defensiva. Em contrapartida, os laterais apoiaram mais, dando profundidade e alargando o campo na parte ofensiva. Houve, sem dúvida, uma melhora na execução das jogadas. Entretanto, o primeiro volante ainda não conseguiu dar a proteção necessária à zaga. Há ajustes a serem feitos, principalmente no sistema defensivo como um todo.

Apesar da grande vitória, foram três gols sofridos — nove em um conjunto de três partidas contra times da Série A. A média de três por jogo indica que seria necessário marcar quatro gols por partida para vencer. Luís Castro terá que dar atenção especial a essa questão, caso contrário sua equipe enfrentará sérios problemas.

No entanto, a exibição diante do Botafogo deixou claro que existe um trabalho em construção no Grêmio. À medida que os jogadores assimilam as ideias do comandante, a execução tende a evoluir. Ainda será preciso tempo de maturação para que o Tricolor Gaúcho jogue como o técnico português pretende. Mas o caminho está traçado: com um pouco mais de paciência, os resultados virão.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

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