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Pós jogo

Com Show de Carlos Vinícius, Grêmio mostra evolução e goleia o Botafogo

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Carlos Vinícius / Grêmio

Com Show de Carlos Vinícius, o Grêmio mostrou evolução e goleou o Botafogo por 5 a 3. O time dirigido pelo Mister Luís Castro construiu a vitória no segundo tempo. Carlos Vinícius marcou seu terceiro hat-trick pelo Imortal, enquanto Tetê e Edenílson completaram o placar. Em contrapartida, Arthur Cabral e Danilo, duas vezes, descontaram para os cariocas.

Primeiro tempo de equilíbrio

O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio entre as equipes, que disputaram cada palmo do gramado. As oportunidades de gol foram poucas, mas o aproveitamento foi bom: o Fogão foi para o intervalo em vantagem, 2 a 1.

Luís Castro entendeu melhor o que estava acontecendo e promoveu modificações táticas em sua equipe. Além disso, colocou Amuzu no lugar de Pavón, dando mais velocidade e profundidade ao ataque pelo lado esquerdo. O treinador também reforçou a proteção para Balbuena, que vinha encontrando dificuldades na recomposição defensiva.

Grêmio não tomou conhecimento do Botafogo

Na volta para o segundo tempo, o Grêmio foi avassalador e virou para 5 a 2. Já na reta final do duelo, o Botafogo marcou seu terceiro gol, fechando o placar. Além da vitória e dos três pontos, o crescimento tático ficou evidente, trazendo tranquilidade para a sequência do trabalho.

Pela primeira vez na temporada, a intensidade pregada pelo técnico gremista apareceu. O time se movimentou o tempo todo, mostrou velocidade na transição ofensiva e pressionou o homem da bola. Os jogadores estiveram mais próximos, gerando opções de passe, com as linhas atuando de forma compacta.

Chamou a atenção a maior participação dos extremos na recomposição defensiva. Em contrapartida, os laterais apoiaram mais, dando profundidade e alargando o campo na parte ofensiva. Houve, sem dúvida, uma melhora na execução das jogadas. Entretanto, o primeiro volante ainda não conseguiu dar a proteção necessária à zaga. Há ajustes a serem feitos, principalmente no sistema defensivo como um todo.

Apesar da grande vitória, foram três gols sofridos — nove em um conjunto de três partidas contra times da Série A. A média de três por jogo indica que seria necessário marcar quatro gols por partida para vencer. Luís Castro terá que dar atenção especial a essa questão, caso contrário sua equipe enfrentará sérios problemas.

No entanto, a exibição diante do Botafogo deixou claro que existe um trabalho em construção no Grêmio. À medida que os jogadores assimilam as ideias do comandante, a execução tende a evoluir. Ainda será preciso tempo de maturação para que o Tricolor Gaúcho jogue como o técnico português pretende. Mas o caminho está traçado: com um pouco mais de paciência, os resultados virão.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

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Grêmio Goleia fora de casa e assume liderança na Sul-Americana

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Grêmio

Enfim, o Grêmio voltou a vencer fora de casa. Na noite desta terça-feira (5), o Tricolor Gaúcho goleou o Deportivo Riestra por 3 a 0, na Argentina. Assim, após 13 jogos, a equipe comandada por Luís Castro conseguiu um triunfo longe da Arena. Os artilheiros foram Carlos Vinícius, Amuzu e Braithwaite.

Bom desempenho diante do Riestra

O mais importante foi o desempenho coletivo da equipe, especialmente no segundo tempo. Jogando no 3-5-2, o time mostrou solidez defensiva e boa conexão na saída para o ataque. Apesar da deficiência técnica do adversário, houve progresso no futebol apresentado pelo Grêmio.

Com a mecânica funcionando melhor, as individualidades voltaram a aparecer nos momentos decisivos. Amuzu, Gabriel Mec e Carlos Vinícius comandaram o time. Os três pontos somados em Buenos Aires renderam a liderança provisória do Grupo F ao Imortal.

Luís Castro não garante sequência

O Montevideo City Torque joga nesta quarta-feira (6) contra o Palestino e pode recuperar o primeiro lugar da chave. Ainda assim, o Tricolor depende apenas de si para garantir a classificação direta às oitavas de final da competição continental.

Agora, a contagem é outra pelas bandas da Arena: são cinco jogos sem perder e sem sofrer gols. A tendência é de que o treinador mantenha o mesmo modelo de jogo nas próximas partidas. Porém, ele não confirmou isso na entrevista coletiva após a vitória sobre o Riestra.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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Grêmio segue sem vencer fora de casa no Brasileirão

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Grêmio

Jogando em Curitiba, na noite deste sábado (2), o Grêmio empatou com o Athletico-PR em 0 a 0. O Tricolor Gaúcho ficou com um homem a mais por pelo menos uma hora. Esquivel, lateral-esquerdo do Furacão, foi expulso aos 31 minutos do primeiro tempo. Após um desentendimento, o jogador desferiu uma cotovelada em Enamorado.

Grêmio se repete e empata com o Athletico-PR

Assim, o Grêmio, que iniciou com desfalques importantes, teve uma mudança de expectativa no confronto. Entretanto, o time gaúcho não soube aproveitar a vantagem numérica. Por outro lado, os donos da casa não recuaram e sustentaram um enfrentamento de igual para igual.

Mais uma vez, o Imortal se mostrou sem criatividade e padrão de jogo. Não há muito mais o que dizer sobre o time de Luís Castro: os problemas são sempre os mesmos. É preciso reconhecer que o trabalho não está dando resultado. O que fazer: mudar o comando técnico ou dar mais tempo para a atual comissão?

Paciência com Luís Castro chegou ao limite?

Certamente essas questões estão no pensamento dos gremistas, torcedores e dirigentes. No entanto, o tempo passa e não se observa evolução na equipe. Caminhamos para o final do primeiro turno do Brasileirão, e o time está próximo da zona de rebaixamento. A situação é delicada: o Grêmio não vence fora de casa, independentemente do adversário.

Em contrapartida, é verdade que não perde atuando na Arena. Mas algumas vitórias não convencem, além dos empates constrangedores. A direção terá que decidir o rumo a ser tomado, e isso precisa ser feito, no máximo, na parada para a Copa do Mundo. Luís Castro é um gentleman e entende muito de futebol. Todavia, até agora os resultados não são suficientes para mantê-lo no comando do vestiário gremista.

Fotos: Igor Barrankievicz / Grêmio

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Sinal de alerta reforçado para o Grêmio no Chile

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Grêmio

Nesta quarta-feira (29), o Grêmio empatou em 0 a 0 com o Palestino, em Santiago, pela Copa Sul-Americana. O adversário ocupa apenas a 11ª colocação no campeonato nacional do Chile, que conta com 16 participantes. Com desempenho coletivo e individual fraco, o Imortal voltou a apresentar uma atuação insatisfatória.

No entanto, não foi apenas esse o problema da equipe: houve um episódio de desobediência ao técnico, o que pode criar problemas para o ambiente no vestiário. Carlos Vinícius errou três cobranças de pênalti, repetidas devido a infrações cometidas pelo goleiro.

Quebra de hierarquia

Após o artilheiro desperdiçar duas vezes, Luís Castro pediu que Willian fosse o cobrador na terceira oportunidade. Entretanto, Vinícius pediu ao colega que deixasse a cobrança para ele. Assim foi feito, e o camisa 95 voltou a perder. Além de não marcar o gol, o jogador certamente criou um clima de desconforto no grupo.

Todavia, após a partida, o centroavante Tricolor pediu desculpas pela teimosia e assumiu inteira responsabilidade pelo prejuízo causado à equipe na competição. Por sua vez, o treinador disse compreender a postura do atacante, enaltecendo sua personalidade e destacando que não é um atleta que se deixa abater facilmente.

Contudo, o clube precisará administrar bem o episódio, sob pena de Castro sair desgastado junto ao elenco. A questão é que houve quebra de hierarquia. Sendo assim, não importa o tamanho do jogador no grupo: é fundamental que os gestores apliquem alguma medida disciplinar. Talvez uma conversa com o grupo possa colocar as coisas no devido lugar.

Voltando ao jogo, a atuação da equipe deixou a desejar, o que já não é novidade. A impressão é de que o comandante perdeu a mão. O time vem involuindo, e o trabalho da comissão técnica não aparece. É notório que o técnico entende muito de futebol, mas na prática suas ideias não estão se concretizando.

Outro ponto preocupante é o número excessivo de vezes em que o Grêmio utiliza a ligação direta para chegar ao ataque, inclusive com Weverton participando dessa estratégia. Falta trabalho de meio-campo; por vezes, lembra a estratégia de Gustavo Quinteros, que, aliás, não funcionou.

Grêmio corre risco de rebaixamento

Estamos nos encaminhando para o meio da temporada, e os resultados não atendem a expectativa. A mecânica de jogo é totalmente previsível, não há jogadas ensaiadas e a marcação é frágil. O modelo de futebol posicional, com jogadores distantes, não está dando certo.

Portanto, não basta mudar o esquema tático: é preciso mexer no conceito. O ideal seria tentar o estilo apoiado, com linhas e jogadores atuando mais próximos, ampliando as opções de passe, oferecendo cobertura, dobrando a marcação, exercendo pressão no homem da bola, aplicando o “perde-pressiona” etc.

Sem defender a troca no comando técnico, é preciso reconhecer que, como equipe, o Grêmio não apresenta nada. Falta intensidade, trocas de passes curtos e longos, triangulações, infiltrações pelo corredor central, jogadas de combinação entre meias, volantes e centroavante. Enfim, o time é um grande conjunto vazio. Em um coletivo improdutivo, as individualidades fracassam.

Embora defenda a continuidade do trabalho, acreditando na repetição para colher frutos, tudo tem limites. A direção terá que estipular um prazo para Luís Castro, caso contrário o Imortal brigará até o fim da temporada para se manter na elite do futebol brasileiro, correndo sérios riscos. Analisando a tabela do Brasileirão, é fácil chegar a essa conclusão.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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