Pós jogo
Grêmio, de Quinteros, empata com Brasil de Pelotas
Grêmio e Quinteros estrearam na noite desta quarta-feira (22). O clube no Gauchão e o treinador no comando técnico do Imortal. A partida contra o Brasil de Pelotas, no Bento Freitas, terminou em empate sem gols.
Um novo Grêmio surge em Pelotas
O jogo não teve boa qualidade técnica, entretanto, esteve longe de ser chato. Sobrou vontade por parte dos jogadores das duas equipes. Porém, se nos determos apenas no time de Gustavo Quinteros vamos encontrar diferenças positivas em relação às apresentações da temporada passada.
Com poucos dias de trabalho, o novo comandante já conseguiu que os jogadores executassem algumas de suas ideias de futebol. A organização tática para a saída de bola, chamando o adversário, e projetando volantes e extremas as costas dos marcadores ficou evidente.
Além disso, pode-se observar a agressividade quando da posse de bola, buscando a verticalidade, empurrando o oponente para dentro do campo defensivo. A bola longa explorada em exaustão provocando o um contra um. O trabalho do goleiro com os pés, tanto no passe curto quanto na tentativa de lançamento.
Quinteros começa a entregar o time que prometeu
Todas essas características puderam ser observadas em profusão no jogo contra o Xavante. Outras ideias do treinador que ficaram evidentes foram a marcação alta e o perde pressiona para a recuperação da bola.
É verdade que faltou qualidade, houve muitos erros de passe. No entanto, isso é perfeitamente compreensível. A forma de jogar do Imortal foi completamente modificada em relação ao estilo anterior, utilizando os mesmos jogadores. Sendo assim, será preciso um tempo maior de treinamento para adaptação.
Dessa forma, o jogo em Pelotas serviu como uma amostra de como será o Grêmio de Quinteros. Exatamente do jeito que o treinador falou em sua apresentação, um time vertical, intenso e homogêneo, onde todos têm tarefas defensivas e ofensivas.
Pós jogo
Grêmio goleia Inter e encaminha conquista do Gauchão
Com a goleada por 3 a 0 sobre o Internacional neste domingo (1º), o Grêmio praticamente assegurou a conquista do Campeonato Gaúcho. Enamorado, Amuzu e Carlos Vinícius marcaram os gols em uma atuação dominante do Tricolor Gaúcho no Grenal 450.
O Grêmio foi muito superior
O mister Luís Castro apostou em uma equipe jovem e veloz. A dupla de zaga formada por Gustavo Martins e Viery mostrou firmeza e intensidade nos duelos. Noriega brilhou como guardião da defesa, em sua melhor partida pelo Imortal.
No meio, Arthur manteve a segurança habitual, ditando o ritmo e articulando as jogadas. Escolhido como homem de Criação, Monsalve teve uma atuação tímida.
Amuzu foi o nome do Grenal 450
Enamorado se destacou pela ousadia, além do golaço marcado, mas o grande nome do clássico foi Amuzu: com um gol, uma assistência e participação direta na expulsão de Bernabei, o atacante foi decisivo. Carlos Vinícius também deixou sua marca com uma finalização de categoria, ampliando o placar.
O goleiro Weverton apenas assistiu ao jogo, enquanto os laterais Pavón e Marlon cumpriram bem suas funções, defendendo e participando na parte ofensiva do campo. Contudo, mesmo antes da expulsão colorada, o Grêmio já era superior. Com a vantagem numérica, tomou conta do clássico e poderia ter construído um resultado ainda mais elástico, não fosse por alguns erros de decisão no ataque.
Pezzolano tem razão
Após o apito final, ficou evidente a razão das palavras de Pezzolano, técnico do Inter: o Grêmio é favorito, tem melhor elenco e treinador, e caminha firme rumo a mais uma conquista estadual.
Foto: Lucas Uebel / Grêmio
Pós jogo
Grêmio mostra poder de reação e está na final do Gauchão
Após um primeiro tempo pouco inspirado e em desvantagem no placar, o Grêmio reagiu na etapa final e garantiu vaga na decisão do Gauchão. Sem opções, Luís Castro precisou escalar um meio-campo sem articulador, o que resultou em um time sem criatividade ofensiva.
Primeiro tempo desanimador
O Juventude também não conseguia se impor, mas abriu o placar com Gabriel Taliari, cobrando pênalti, após a bola tocar na mão de Viery. Assim, o Alviverde foi para o intervalo em vantagem: 1 a 0.
Segunda etapa de força e criação
Na volta, o técnico gremista promoveu mudanças: João Pedro e Dodi deram lugar a Gabriel Mec e Enamorado. O Tricolor ganhou ousadia — Mec assumiu a armação e controlou o jogo, enquanto Enamorado, pelo lado direito, incomodou a defesa adversária.
Ambos tiveram sua melhor atuação com a camisa gremista. O Imortal pressionou, empatou com um golaço de Viery e poderia ter vencido no tempo normal. A igualdade em 1 a 1 levou a decisão para os pênaltis. Assim como em 2025, o Grêmio foi superior e venceu por 4 a 1, assegurando presença na final do Campeonato Gaúcho.
Surge um novo meia
Para os clássicos decisivos contra o maior rival, há expectativa de retorno de Willian, Tetê e Monsalve, que se recuperam de problemas musculares. Além disso, o Mister Luís Castro ganhou uma nova opção: Gabriel Mec mostrou qualidade e força física para atuar como meia, tornando-se uma alternativa importante para o time.
Foto: Renan Jardim/ Grêmio
Pós jogo
Semifinal: Grêmio frusta a torcida e empata com Juventude
Com uma atuação longe de ser convincente, o Grêmio empatou com o Juventude na partida de ida das semifinais. Jogando em casa, o Tricolor Gaúcho saiu na frente, mas acabou cedendo o empate ao time da Serra.
Primeiro tempo de domínio do Grêmio
No primeiro tempo, a equipe de Luís Castro controlou as ações, mas não conseguiu criar chances claras de gol. As finalizações foram, em sua maioria, de fora da área. Aos 38 minutos, Tetê — aniversariante do dia — aproveitou cruzamento de Willian e, de cabeça, abriu o placar.
No intervalo, Willian sentiu um desconforto muscular e deu lugar a Jefinho. Coincidentemente, o rendimento da equipe caiu. O Juventude passou a atacar mais e, aos 11 minutos, Gabriel Pires lançou Patryck, que finalizou cruzado para vencer Weverton e empatar a partida.
Faltou intensidade e criatividade no etapa final
Mais uma vez, o Grêmio mostrou pouca criatividade e dificuldade para romper a marcação adversária. Os mesmos problemas reapareceram: falta de intensidade e ausência de jogadas combinadas pelo corredor central.
A explicação para a falta de evolução do time é que o trabalho ainda é recente, o que de fato precisa ser considerado. Entretanto, há clubes que, com o mesmo tempo de treinamento e até com elencos inferiores, já apresentam respostas mais consistentes.
Foto: Lucas Uebel / Grêmio
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