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Pós jogo

Novo esquema e vitória em estreia na Copa do Brasil

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Copa do Brasil

Nesta terça-feira (21), estreando na Copa do Brasil, o Grêmio venceu o Confiança por 2 a 0. Jogando na Arena, o Tricolor Gaúcho se impôs e fez a lição de casa. Carlos Vinícius e Amuzu foram os artilheiros da partida. Assim, o time pode perder por até um gol de diferença no jogo de volta para avançar na competição nacional.

Novo esquema e vitória na Copa do Brasil

O técnico Luís Castro trocou o 4-1-4-1 pelo tradicional 4-2-3-1, com Nardoni, Arthur e Mec no meio-campo. Dois volantes em linha dando mais proteção à zaga e um meia de ligação com liberdade para flutuar e criar jogadas de ataque. Arthur, além de marcar, teve a missão de ajudar na articulação da equipe.

O treinador liberou os laterais para darem profundidade, algo que já ocorria com Pavón. O maior beneficiado foi Pedro Gabriel, que pôde explorar essa virtude até então contida desde que chegou ao profissional. Dessa forma, o Grêmio teve mais de 65% de posse de bola e finalizou 22 vezes, construindo uma vitória segura.

Luís Castro precisa repetir o modelo de jogo

Por outro lado, é preciso levar em conta a fragilidade do adversário: o Confiança-SE disputa a terceira divisão do Brasileirão. Ainda assim, o Imortal fez o que precisava, vencendo sem sustos. No segundo tempo, Castro testou outro modelo, o 3-5-2, com Pedro Gabriel sendo terceiro zagueiro e Braithwaite atuando como segundo atacante.

Na prática, o resultado foi positivo. A equipe mostrou solidez na marcação e aumentou o poder ofensivo. A estrutura com dois volantes, somada a três defensores de área, transformou os pontas em alas, enquanto o meia-central e os dois atacantes deram profundidade. O time ganhou numericamente o corredor central, teve amplitude lateral e resistência no setor defensivo.

Apesar da ressalva em relação à qualidade do adversário, é preciso reconhecer que a ideia do técnico funcionou na mecânica. No próximo domingo, o Tricolor recebe o Coritiba, em um teste de maior dificuldade. Para que o trabalho evolua, é fundamental que o novo modelo de jogo seja mantido, de preferência com os mesmos jogadores. A equipe precisa ganhar entrosamento, e isso só aparece com repetição.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

Pós jogo

Derrota para o Cruzeiro deixa Grêmio as portas do Z-4

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Grêmio

Jogando com o time praticamente completo — a única ausência foi Vierey — o Grêmio perdeu para o Cruzeiro por 2 a 0. O Tricolor Gaúcho repetiu as últimas atuações e não mereceu sair com um resultado melhor. Taticamente engessado, sem movimentação e tecnicamente deficiente, os comandados do mister Luís Castro apresentaram mais do mesmo.

O Grêmio é um conjunto vazio

O futebol apresentado foi uma repetição de erros coletivos e individuais. Dessa forma, o comentário poderia ser apenas uma cópia de analises de partidas anteriores. Não há evolução; ao contrário, nota-se uma involução no desempenho como um todo.

Com passes quase sempre lateralizados, sem triangulações, ultrapassagens ou tabelamentos, o time vive de bolas longas para os ponteiros, tornando-se previsível e fácil de ser marcado. Além disso, a equipe está “torta”: só há profundidade pelo corredor direito, com Pavón e Enamorado. Pela esquerda, Amuzu fecha demais para o meio, enquanto Pedro Gabriel não vai à linha de fundo.

O trabalho de Luís Castro não é bom

O Grêmio precisa admitir a realidade, sob pena de correr sérios riscos de rebaixamento. A derrota para o Cruzeiro deixou o clube às portas do Z-4. Com 13 pontos, o Imortal ocupa a 13ª posição, mas apenas um ponto o separa do Corinthians, que abre a zona da degola.

É hora de Luís Castro rever suas ideias. Um time frágil defensivamente não pode jogar com três atacantes. É preciso preencher melhor o meio e proteger a zaga. Um 4-4-2 em losango, ou mesmo dois volantes e dois meias em linha, poderia ser alternativa.

Algumas mudanças de peças também são urgentes: Nardoni, Tetê e Pavón não podem ser titulares neste momento. Uma escalação possível seria: Weverton; João Pedro, Gustavo Martins, Vierey e Pedro Gabriel; Noriega, Arthur, Gabriel Mec (Monsalve) e Riquelme; Enamorado e Carlos Vinícius.

Em uma versão mais conservadora, o tripé de volantes com um meia à frente poderia ser testado: Weverton; João Pedro, Gustavo Martins, Vierey e Pedro Gabriel; Noriega, Dodi, Arthur; Riquelme (Gabriel Mec/Monsalve); Enamorado e Carlos Vinícius. Amuzu seria opção para o segundo tempo em ambos os casos.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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Pós jogo

Com gol de Amuzu, Grêmio acaba com sequência sem vitórias

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Amuzu / Grêmio

Jogando pela Copa Sul-Americana, o Grêmio venceu o Deportivo Riestra por 1 a 0, na Arena. Assim, o Imortal interrompeu uma sequência de cinco jogos sem vitórias. A partida, contra os argentinos, valeu pela segunda rodada da competição continental.

Luís Castro segue em busca do ponto de equilíbrio

Em função do calendário apertado, Luís Castro rodou o elenco e escalou uma equipe mista. No próximo sábado (18), o Tricolor Gaúcho visita o Cruzeiro pelo Brasileirão. Portanto, administrar o grupo de jogadores não é uma escolha, mas uma obrigação.

Mais uma vez, o treinador iniciou sem a figura de um meia de criação, optando por um tripé de volantes. Esse modelo, adotado no último Grenal, deu mais solidez defensiva à equipe. Em contrapartida, reduziu a capacidade ofensiva. O mister segue, portanto, em busca do ponto de equilíbrio.

Na segunda etapa, Castro mudou a estratégia e colocou Monsalve em campo. Como resultado, houve mais fluidez do meio para frente, tanto que o gol da vitória saiu aos 42 minutos, com Amuzu, após grande jogada de Enamorado.

Contudo, o desenho tático, com os extremas se transformando em meias por dentro e liberando os corredores para os laterais, começa a dar resultado. O time ocupa melhor o corredor central, gera aproximação com o centroavante e mantém profundidade pelos lados.

Assim, não há necessidade de um tripé de volantes: dois são suficientes, abrindo espaço para um articulador à frente deles. A questão é quem será esse camisa 10. Monsalve, Mec e Riquelme ainda não se mostram suficientes. Essa peça deve ser buscada na próxima janela de transferências.

Faltou o meia de criação

Voltando ao jogo: diante de um adversário fraco, o Grêmio se impôs, chegando a ter 84% de posse de bola e sem correr riscos defensivos. No entanto, faltou criatividade para furar a retranca do Riestra, que atuou com uma linha de cinco e outra de quatro, deixando apenas o centroavante mais adiantado.

Os três volantes gremistas exageraram nos passes laterais, sem oferecer a bola vertical capaz de quebrar linhas. Pela ausência de um armador, o passe que encontra meias e atacantes às costas dos marcadores não apareceu. O que poderia ser um passeio virou um sufoco, resolvido apenas com a bela finalização de Amuzu.

Luís Castro precisará repensar o esquema, já diante do Cruzeiro. Seria importante iniciar com um meia de criação. Um centroavante com o aproveitamento que tem Carlos Vinícius precisa ser abastecido. Não é com uma equipe burocrática, jogando por uma bola, que o artilheiro fará a diferença. É necessário quantidade de oportunidades — e elas só surgirão com mais ousadia.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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Pós jogo

Grêmio protagoniza fiasco e perde para o City Torque

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Grêmio e Deportivo Riestra

Com mais uma apresentação decepcionante, o Grêmio perdeu por 1 a 0 para o Montevideo City Torque em sua estreia na Copa Sul-Americana. Eduardo Agüero marcou o gol uruguaio. O técnico Luís Castro optou por utilizar uma equipe mista no Estádio Centenário e acabou derrotado pelo jovem clube uruguaio, fundado em 2007.

Grêmio tem atuação abaixo do esperado

Pior do que o revés foi a atuação do Tricolor Gaúcho. É natural que uma equipe alternativa não apresente bom entrosamento, porém os jogadores treinam juntos diariamente. Portanto, o rendimento deveria ter sido melhor do que o mostrado no Uruguai.

A verdade é que o treinador Luís Castro não está conseguindo fazer com que o time execute suas ideias de futebol. Isso fica evidente no semblante do técnico durante as partidas: por vezes, ele transmite a impressão de reprovação ao que vê em campo.

A cada jogo, o Imortal demonstra involução. A equipe teve dificuldades contra RB Bragantino, Chapecoense, Remo e agora contra o City Torque — todos adversários de menor expressão. Estamos em abril e Luís Castro ainda não definiu a equipe titular, especialmente no meio-campo.

Momento ruim está na conta do treinador

É claro que há carências no elenco, mas com o material humano disponível seria possível montar uma equipe mais competitiva, capaz de realizar uma temporada sem sustos. Neste momento, a instabilidade do time precisa ser atribuída ao treinador.

O mais desanimador para o torcedor é que a derrota por 1 a 0 para o City Torque não foi um acidente. O Grêmio não se impôs na partida. Poderia ter vencido? Sim. Entretanto, o resultado refletiu a realidade do jogo: o adversário encarou o Tricolor e jogou de igual para igual.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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