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Pós jogo

Time misto do Grêmio empata com o Atlético Grau

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Grêmio

Na noite desta quarta-feira (7), jogando no Peru, o Grêmio empatou com o Atlético Grau em partida válida pela quarta rodada da Copa Sul-Americana. O confronto terminou sem gols, mas pior do que o resultado foi a fraca atuação do Tricolor Gaúcho.

Grêmio tem desempenho decepcionante

Devido ao calendário apertado, Mano Menezes optou por uma escalação mista, buscando poupar titulares diante de um adversário considerado fraco. No entanto, a estratégia não funcionou, e o desempenho do Imortal foi decepcionante.

O lance mais perigoso da partida veio dos donos da casa, que acertaram a trave de Tiago Volpi. O Grêmio, por sua vez, não criou nenhuma oportunidade clara de gol. Faltaram qualidade, criatividade e organização tática, evidenciando um retrocesso no futebol da equipe.

Mano Menezes fez escolhas erradas

Embora o elenco tenha limitações, algumas escolhas de Mano Menezes foram difíceis de justificar. Luan Cândido atuando na linha ofensiva do meio-campo foi uma decisão questionável, e a insistência com Serrote e Cristaldo gerou irritação entre os torcedores.

É verdade que o time sofreu com desfalques, mas os jogadores treinam juntos diariamente e poderiam ter apresentado um desempenho melhor. Fica claro que o elenco gremista é fraco, e há peças que simplesmente não têm nível para atuar no clube.

O Atlético Grau é um time que enfrentaria dificuldades até na terceira divisão do futebol brasileiro. Isso diz muito sobre a realidade do Grêmio, que precisará reforçar o elenco na próxima janela de transferências para evitar riscos de rebaixamento no Brasileirão.

Fora da zona de classificação

Com o empate, o Imortal termina a rodada na segunda posição do Grupo D da Sul-Americana, dois pontos atrás do Godoy Cruz. Vale lembrar que apenas o primeiro colocado avança diretamente para as oitavas de final, enquanto o segundo disputa os playoffs da competição.

Foto: Lucas Uebel/Grêmio

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Novo esquema e vitória em estreia na Copa do Brasil

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Copa do Brasil

Nesta terça-feira (21), estreando na Copa do Brasil, o Grêmio venceu o Confiança por 2 a 0. Jogando na Arena, o Tricolor Gaúcho se impôs e fez a lição de casa. Carlos Vinícius e Amuzu foram os artilheiros da partida. Assim, o time pode perder por até um gol de diferença no jogo de volta para avançar na competição nacional.

Novo esquema e vitória na Copa do Brasil

O técnico Luís Castro trocou o 4-1-4-1 pelo tradicional 4-2-3-1, com Nardoni, Arthur e Mec no meio-campo. Dois volantes em linha dando mais proteção à zaga e um meia de ligação com liberdade para flutuar e criar jogadas de ataque. Arthur, além de marcar, teve a missão de ajudar na articulação da equipe.

O treinador liberou os laterais para darem profundidade, algo que já ocorria com Pavón. O maior beneficiado foi Pedro Gabriel, que pôde explorar essa virtude até então contida desde que chegou ao profissional. Dessa forma, o Grêmio teve mais de 65% de posse de bola e finalizou 22 vezes, construindo uma vitória segura.

Luís Castro precisa repetir o modelo de jogo

Por outro lado, é preciso levar em conta a fragilidade do adversário: o Confiança-SE disputa a terceira divisão do Brasileirão. Ainda assim, o Imortal fez o que precisava, vencendo sem sustos. No segundo tempo, Castro testou outro modelo, o 3-5-2, com Pedro Gabriel sendo terceiro zagueiro e Braithwaite atuando como segundo atacante.

Na prática, o resultado foi positivo. A equipe mostrou solidez na marcação e aumentou o poder ofensivo. A estrutura com dois volantes, somada a três defensores de área, transformou os pontas em alas, enquanto o meia-central e os dois atacantes deram profundidade. O time ganhou numericamente o corredor central, teve amplitude lateral e resistência no setor defensivo.

Apesar da ressalva em relação à qualidade do adversário, é preciso reconhecer que a ideia do técnico funcionou na mecânica. No próximo domingo, o Tricolor recebe o Coritiba, em um teste de maior dificuldade. Para que o trabalho evolua, é fundamental que o novo modelo de jogo seja mantido, de preferência com os mesmos jogadores. A equipe precisa ganhar entrosamento, e isso só aparece com repetição.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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Pós jogo

Derrota para o Cruzeiro deixa Grêmio as portas do Z-4

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Grêmio

Jogando com o time praticamente completo — a única ausência foi Vierey — o Grêmio perdeu para o Cruzeiro por 2 a 0. O Tricolor Gaúcho repetiu as últimas atuações e não mereceu sair com um resultado melhor. Taticamente engessado, sem movimentação e tecnicamente deficiente, os comandados do mister Luís Castro apresentaram mais do mesmo.

O Grêmio é um conjunto vazio

O futebol apresentado foi uma repetição de erros coletivos e individuais. Dessa forma, o comentário poderia ser apenas uma cópia de analises de partidas anteriores. Não há evolução; ao contrário, nota-se uma involução no desempenho como um todo.

Com passes quase sempre lateralizados, sem triangulações, ultrapassagens ou tabelamentos, o time vive de bolas longas para os ponteiros, tornando-se previsível e fácil de ser marcado. Além disso, a equipe está “torta”: só há profundidade pelo corredor direito, com Pavón e Enamorado. Pela esquerda, Amuzu fecha demais para o meio, enquanto Pedro Gabriel não vai à linha de fundo.

O trabalho de Luís Castro não é bom

O Grêmio precisa admitir a realidade, sob pena de correr sérios riscos de rebaixamento. A derrota para o Cruzeiro deixou o clube às portas do Z-4. Com 13 pontos, o Imortal ocupa a 13ª posição, mas apenas um ponto o separa do Corinthians, que abre a zona da degola.

É hora de Luís Castro rever suas ideias. Um time frágil defensivamente não pode jogar com três atacantes. É preciso preencher melhor o meio e proteger a zaga. Um 4-4-2 em losango, ou mesmo dois volantes e dois meias em linha, poderia ser alternativa.

Algumas mudanças de peças também são urgentes: Nardoni, Tetê e Pavón não podem ser titulares neste momento. Uma escalação possível seria: Weverton; João Pedro, Gustavo Martins, Vierey e Pedro Gabriel; Noriega, Arthur, Gabriel Mec (Monsalve) e Riquelme; Enamorado e Carlos Vinícius.

Em uma versão mais conservadora, o tripé de volantes com um meia à frente poderia ser testado: Weverton; João Pedro, Gustavo Martins, Vierey e Pedro Gabriel; Noriega, Dodi, Arthur; Riquelme (Gabriel Mec/Monsalve); Enamorado e Carlos Vinícius. Amuzu seria opção para o segundo tempo em ambos os casos.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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Pós jogo

Com gol de Amuzu, Grêmio acaba com sequência sem vitórias

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Amuzu / Grêmio

Jogando pela Copa Sul-Americana, o Grêmio venceu o Deportivo Riestra por 1 a 0, na Arena. Assim, o Imortal interrompeu uma sequência de cinco jogos sem vitórias. A partida, contra os argentinos, valeu pela segunda rodada da competição continental.

Luís Castro segue em busca do ponto de equilíbrio

Em função do calendário apertado, Luís Castro rodou o elenco e escalou uma equipe mista. No próximo sábado (18), o Tricolor Gaúcho visita o Cruzeiro pelo Brasileirão. Portanto, administrar o grupo de jogadores não é uma escolha, mas uma obrigação.

Mais uma vez, o treinador iniciou sem a figura de um meia de criação, optando por um tripé de volantes. Esse modelo, adotado no último Grenal, deu mais solidez defensiva à equipe. Em contrapartida, reduziu a capacidade ofensiva. O mister segue, portanto, em busca do ponto de equilíbrio.

Na segunda etapa, Castro mudou a estratégia e colocou Monsalve em campo. Como resultado, houve mais fluidez do meio para frente, tanto que o gol da vitória saiu aos 42 minutos, com Amuzu, após grande jogada de Enamorado.

Contudo, o desenho tático, com os extremas se transformando em meias por dentro e liberando os corredores para os laterais, começa a dar resultado. O time ocupa melhor o corredor central, gera aproximação com o centroavante e mantém profundidade pelos lados.

Assim, não há necessidade de um tripé de volantes: dois são suficientes, abrindo espaço para um articulador à frente deles. A questão é quem será esse camisa 10. Monsalve, Mec e Riquelme ainda não se mostram suficientes. Essa peça deve ser buscada na próxima janela de transferências.

Faltou o meia de criação

Voltando ao jogo: diante de um adversário fraco, o Grêmio se impôs, chegando a ter 84% de posse de bola e sem correr riscos defensivos. No entanto, faltou criatividade para furar a retranca do Riestra, que atuou com uma linha de cinco e outra de quatro, deixando apenas o centroavante mais adiantado.

Os três volantes gremistas exageraram nos passes laterais, sem oferecer a bola vertical capaz de quebrar linhas. Pela ausência de um armador, o passe que encontra meias e atacantes às costas dos marcadores não apareceu. O que poderia ser um passeio virou um sufoco, resolvido apenas com a bela finalização de Amuzu.

Luís Castro precisará repensar o esquema, já diante do Cruzeiro. Seria importante iniciar com um meia de criação. Um centroavante com o aproveitamento que tem Carlos Vinícius precisa ser abastecido. Não é com uma equipe burocrática, jogando por uma bola, que o artilheiro fará a diferença. É necessário quantidade de oportunidades — e elas só surgirão com mais ousadia.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio

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