Pós jogo
Grêmio empata com o Flamengo e recupera confiança
Após uma sequência marcada por oscilações que alimentaram a desconfiança em relação ao trabalho de Mano Menezes, o empate com o Flamengo, no Maracanã, trouxe alívio e renovou a confiança no ambiente gremista. A derrota para o Sport, em casa, seguida pela vitória sobre o Atlético Mineiro, em Minas, e o empate com o Ceará, na Arena, formaram um cenário instável. Como consequência, o confronto diante do líder no Maracanã passou a ser encarado como um teste de fogo, com contornos de alto risco para o treinador.
Grêmio freia o líder no Maracanã
Diante desse contexto, Mano Menezes optou por uma estratégia cautelosa para enfrentar o Flamengo fora de casa. Inicialmente, com uma escalação mais conservadora, o Imortal adotou uma postura de resistência. O objetivo era claro: neutralizar as principais jogadas dos mandantes e impedir que o Rubro-Negro impusesse seu ritmo. Como resultado, o Grêmio conseguiu sustentar o empate sem gols até o intervalo, demonstrando disciplina tática e concentração defensiva.
Flamengo sai na frente, mas Grêmio reage
No entanto, logo no início da segunda etapa, aos sete minutos, Arrascaeta aproveitou uma brecha e abriu o placar para o Flamengo. Com mais de 69 mil torcedores empurrando o time da casa, a expectativa era de que o Rubro-Negro aumentaria a pressão e dominaria o restante da partida. A vantagem no placar parecia ser o gatilho para uma possível goleada.
Mano muda o jogo e surpreende
Contudo, Mano Menezes não se intimidou. Rapidamente, promoveu alterações importantes: retirou um volante e colocou um meia mais criativo para articular as jogadas ofensivas. Além disso, abandonou o esquema inicial 4-4-2 e adotou o tradicional 4-2-3-1, com dois extremos abertos. Noriega, que até então atuava na zaga, foi deslocado para o meio-campo, onde passou a auxiliar Cuéllar tanto na marcação quanto na saída de bola.
Essa nova configuração tática trouxe resultados imediatos. O Imortal passou a atacar com mais frequência e criou dificuldades para o sistema defensivo comandado por Filipe Luís. A equipe gaúcha demonstrou coragem e inteligência ao explorar os espaços deixados pelo adversário.
Recompensa pela ousadia
A recompensa pela mudança de postura veio aos 40 minutos do segundo tempo. Noriega fez um lançamento preciso para Pavón, que cruzou para a área. A bola acabou tocando na mão do defensor carioca, dentro da área, e o árbitro assinalou o pênalti. Tiago Volpi, com personalidade, assumiu a responsabilidade pela cobrança e converteu, deixando tudo igual no Maracanã.
Controle e confiança para o futuro
A partir desse momento, o Grêmio passou a administrar o resultado com maturidade e controle total das ações. O empate, além de devolver a tranquilidade ao clube, fortaleceu a continuidade do trabalho na Arena. Mano Menezes e seus comandados mostraram que é possível competir em alto nível, tanto tática quanto tecnicamente, mesmo diante dos maiores desafios.
Foto: Lucas Uebel/Grêmio
Pós jogo
Grêmio goleia Inter e encaminha conquista do Gauchão
Com a goleada por 3 a 0 sobre o Internacional neste domingo (1º), o Grêmio praticamente assegurou a conquista do Campeonato Gaúcho. Enamorado, Amuzu e Carlos Vinícius marcaram os gols em uma atuação dominante do Tricolor Gaúcho no Grenal 450.
O Grêmio foi muito superior
O mister Luís Castro apostou em uma equipe jovem e veloz. A dupla de zaga formada por Gustavo Martins e Viery mostrou firmeza e intensidade nos duelos. Noriega brilhou como guardião da defesa, em sua melhor partida pelo Imortal.
No meio, Arthur manteve a segurança habitual, ditando o ritmo e articulando as jogadas. Escolhido como homem de Criação, Monsalve teve uma atuação tímida.
Amuzu foi o nome do Grenal 450
Enamorado se destacou pela ousadia, além do golaço marcado, mas o grande nome do clássico foi Amuzu: com um gol, uma assistência e participação direta na expulsão de Bernabei, o atacante foi decisivo. Carlos Vinícius também deixou sua marca com uma finalização de categoria, ampliando o placar.
O goleiro Weverton apenas assistiu ao jogo, enquanto os laterais Pavón e Marlon cumpriram bem suas funções, defendendo e participando na parte ofensiva do campo. Contudo, mesmo antes da expulsão colorada, o Grêmio já era superior. Com a vantagem numérica, tomou conta do clássico e poderia ter construído um resultado ainda mais elástico, não fosse por alguns erros de decisão no ataque.
Pezzolano tem razão
Após o apito final, ficou evidente a razão das palavras de Pezzolano, técnico do Inter: o Grêmio é favorito, tem melhor elenco e treinador, e caminha firme rumo a mais uma conquista estadual.
Foto: Lucas Uebel / Grêmio
Pós jogo
Grêmio mostra poder de reação e está na final do Gauchão
Após um primeiro tempo pouco inspirado e em desvantagem no placar, o Grêmio reagiu na etapa final e garantiu vaga na decisão do Gauchão. Sem opções, Luís Castro precisou escalar um meio-campo sem articulador, o que resultou em um time sem criatividade ofensiva.
Primeiro tempo desanimador
O Juventude também não conseguia se impor, mas abriu o placar com Gabriel Taliari, cobrando pênalti, após a bola tocar na mão de Viery. Assim, o Alviverde foi para o intervalo em vantagem: 1 a 0.
Segunda etapa de força e criação
Na volta, o técnico gremista promoveu mudanças: João Pedro e Dodi deram lugar a Gabriel Mec e Enamorado. O Tricolor ganhou ousadia — Mec assumiu a armação e controlou o jogo, enquanto Enamorado, pelo lado direito, incomodou a defesa adversária.
Ambos tiveram sua melhor atuação com a camisa gremista. O Imortal pressionou, empatou com um golaço de Viery e poderia ter vencido no tempo normal. A igualdade em 1 a 1 levou a decisão para os pênaltis. Assim como em 2025, o Grêmio foi superior e venceu por 4 a 1, assegurando presença na final do Campeonato Gaúcho.
Surge um novo meia
Para os clássicos decisivos contra o maior rival, há expectativa de retorno de Willian, Tetê e Monsalve, que se recuperam de problemas musculares. Além disso, o Mister Luís Castro ganhou uma nova opção: Gabriel Mec mostrou qualidade e força física para atuar como meia, tornando-se uma alternativa importante para o time.
Foto: Renan Jardim/ Grêmio
Pós jogo
Semifinal: Grêmio frusta a torcida e empata com Juventude
Com uma atuação longe de ser convincente, o Grêmio empatou com o Juventude na partida de ida das semifinais. Jogando em casa, o Tricolor Gaúcho saiu na frente, mas acabou cedendo o empate ao time da Serra.
Primeiro tempo de domínio do Grêmio
No primeiro tempo, a equipe de Luís Castro controlou as ações, mas não conseguiu criar chances claras de gol. As finalizações foram, em sua maioria, de fora da área. Aos 38 minutos, Tetê — aniversariante do dia — aproveitou cruzamento de Willian e, de cabeça, abriu o placar.
No intervalo, Willian sentiu um desconforto muscular e deu lugar a Jefinho. Coincidentemente, o rendimento da equipe caiu. O Juventude passou a atacar mais e, aos 11 minutos, Gabriel Pires lançou Patryck, que finalizou cruzado para vencer Weverton e empatar a partida.
Faltou intensidade e criatividade no etapa final
Mais uma vez, o Grêmio mostrou pouca criatividade e dificuldade para romper a marcação adversária. Os mesmos problemas reapareceram: falta de intensidade e ausência de jogadas combinadas pelo corredor central.
A explicação para a falta de evolução do time é que o trabalho ainda é recente, o que de fato precisa ser considerado. Entretanto, há clubes que, com o mesmo tempo de treinamento e até com elencos inferiores, já apresentam respostas mais consistentes.
Foto: Lucas Uebel / Grêmio
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